Estação Top Dance - Web Rádio: Festivais Estação Top Dance
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Tomorrowland é um festival de música eletrônica realizado na cidade de Boom em Bruxelas na Bélgica. Boom uma cidade com menos de 20 mil habitantes sedia todo ano o festival. "Boom" significa "árvore" em neerlandês, língua falada na região de Flandres, onde se situa a cidade. Foi exatamente por isso, que foi construída uma árvore gigante como tema para o palco principal em sua sétima edição do evento, em 2011. Organizado pela ID&T, maior empresa de entretenimento e organização de eventos de música e dança do mundo. A primeira edição do festival foi em 14 de agosto de 2005 e contou com a participação de dez mil pessoas. É considerado o maior festival de música eletrônica do mundo. 
O festival é famoso pela sua performance, com fogos-de-artifício, fontes de água, fogo, contos de fadas, e simbolismos New Age. Este festival ganhou o prêmio de melhor evento musical em 2012. Em 20 de julho de 2014 foi anunciada uma edição brasileira do Tomorrowland para maio de 2015. 
Segundo a produtora, a ideia sempre foi fazer algo semelhante ao mundo da Disney World. Desde a primeira edição, que aplicam o tema: Yesterday is History, Today is a Gift, Tomorrow is Mystery (Ontem é História, Hoje é uma dádiva, Amanha é mistério). No festival, além do palco principal, existem dezesseis outros estandes, que servem não só para abrigar os mais de duzentos DJs que normalmente estão presentes, como para apresentar diversas opções da música eletrônica, desde o mainstream até o underground.


HISTÓRIA 

O evento foi idealizado por Manu e Beers Michiel, ambos irmãos belgas. Atualmente é organizado pela ID&T Entertainment. A primeira edição do festival foi realizada em 14 de agosto de 2005 e contou com a participação de artistas como Armin Van Buuren, Ferry Corsten, Sven Väth, Technoboy, Monika Kruse, Cor Fijneman, Yves Deruyter, Mystique e Toni Rios. A empresa ID&T é também a organizadora de outros festivais, como o Sensation, Mysteryland e Tomorrowworld.
O Tomorrowland continua tendo sua edição principal na Bélgica, nos dias 24, 25 e 26 de julho. Neste ano, o festival conta sobre o "Reino da Melodia" (The Kingdom of "Melodia") . Na história um grupo de amigos invade uma mansão abandonada e encontra uma caixa de música que os transporta para o secreto e mágico mundo de Melodia. Nesta edição, também foi introduzida uma tecnologia para tornar o festival livre de dinheiro físico, criando uma moeda que deve ser comprada para ser usada no festival. Essa moeda é chamada de "pérolas" , e as informações ficam no bracelete, que também é o ingresso do festival.

TOMORROWLAND BRASIL


Tomorrowland Brasil é a edição brasileira do festival que é realizada na cidade de Itu, no estado de São Paulo, no Brasil. Sua primeira edição foi realizada nos dias 1, 2 e 3 de maio de 2015 e contou com a participação de cerca de 180 mil pessoas e 187 DJs.
Em 2015, o palco principal apresentou o 3° capítulo do tema "The Book of Wisdom" (O livro da Sabedoria), e contou com a participação de artistas como Alok, Armin Van Buuren, Afrojack, Blasterjaxx, Borgore, Dannic, David Guetta, Dimitri Vegas & Like Mike, Don Diablo, Ferry Corstein, Ftampa, Gui Boratto Hardwell, Laidback Luke, NERVO, Nicky Romero, Showtek, Solomun, Steve Angello, Steve Aoki,W&W. Yves V, dentre outros. .
Segundo a organizadora (ID&T), o Brasil receberá as edições do festival até 2020.. Em 2016, a edição foi realizada no mesmo local da anterior, mas ocorreu em abril (diferente da anterior, que aconteceu em maio), nos dias 21, 22 e 23. O tema foi The Key to Happiness (A Chave para a Felicidade), que foi tema da edição de 10 anos do Tomorrowland na Bélgica, em 2014.



Fonte: Wikipédia


 


 
Creamfields é um festival de música eletrônica que reúne grandes nomes do cenário eletrônico mundial. Sua principal marca é o pioneirismo, sendo o primeiro grande evendo a apresentar em palco principal shows e performances ao vivo. Seguidos anos após sua inauguração, tornou-se o mais importante evento de música eletrônica do mundo. Surgiu em Liverpool (Inglaterra) em 1998, com ideia de oferecer um grande festival reunindo as principais vertentes da música eletrônica em um grande espaço com milhares de jovens e os principais DJ's do mundo.
O festival é realizado anualmente no feriado bancário de Agosto na cidade de Daresbury (Inglaterra), promovido pelo famoso clube Cream, de Liverpool. Atualmente, são realizadas também edições na Andaluzia (Espanha), Punchestown (Irlanda), Buenos Aires (Argentina), Istanbul (Turquia), Cidade do México (México), Praga (República Tcheca), Santiago (Chile) e Florianópolis Brasil. Em 2007 o festival se realizará pela primeira vez em (Peru), Lisboa (Portugal) e Belo Horizonte. Cada edição do evento atrai entre 15 a 50 mil pessoas por edição. O maior público já registrado em uma Creamfields foi na edição de 2005 em Argentina, quando aproximadamente 75 mil pessoas compareceram ao festival.
Atualmente são 180 eventos realizados anualmente entre raves, festas de música eletrônica e festivais.

Fonte: Wikipédia
 


 





Ultra Music Festival é um festival de música eletrônica ao ar livre (outdoor) que se realiza anualmente em março, na cidade de Miami, Flórida, Estados Unidos. O festival acontece junto com o anual Winter Music Conference, também realizado em Miami. A edição passada, em 2013 foi realizada em 2 fins de semana.
O primeiro Ultra teve a duração de um dia entre 1999 e 2006, de dois dias de 2007 a 2010, e de três dias em 2011 e 2012. Em 2012, um recorde de 155 mil pessoas por dia participaram do festival, em 2013, pela primeira vez na história do festival, UMF ocorreu em dois fins de semana consecutivos. Em 2014, o festival voltou ao formato de um fim de semana, a teve lugar entre sexta, 28 de março a domingo 30 de março. Os bilhetes pré-venda foram colocados à venda online em 21 de maio de 2013 vendendo em questão de segundos; bilhetes padrão foram esgotados no último dia antes do evento.
O festival ocorreu entre 1999 e 2000, em South Beach (Miami Beach), entre 2001 e 2005 no Bayfront Park (Downtown Miami), até a presente edição é realizado no Bayfront Park.
Ultra Music Festival também é realizado em Ibiza, na Espanha; Buenos Aires, Argentina; São Paulo, Brasil; Santiago, Chile; Seul, Coreia do Sul; Split e Hvar, Croácia; Bogotá, Colômbia; Tokyo, Japão; Joanesburgo, África do Sul e Assunção no Paraguai.
Apesar do nome semelhante, o UMF não estava ligado a gravadora de música eletrônica Ultra Records. No entanto, anunciaram em agosto de 2012 uma "aliança global", o que irá permitir-lhes colaborar em marketing e promoções.

HISTÓRIA


Ultra Music Festival foi fundado em 1999 pelos empresários Russell Faibisch, Alex Omes e Bruce Braxton. O primeiro festival foi realizado no final do Winter Music Conference, em 1999, com apresentações de Rabbit in the Moon e DJ Baby Anne. Na primeira edição o evento foi realizado em South Beach, em Miami Beach na Flórida, e foi um grande sucesso. Em março de 2000, o festival voltou a South Beach como um evento de um dia; o festival foi recebido com ainda mais sucesso e foi renovado imediatamente para um terceiro ano.

UMF BRASIL 





No Brasil, o Utra music Festival é realizado sob o nome de UMF Brasil, a primeira edição foi realizada em 2008, em duas cidades: São Paulo e Belo Horizonte, contou com os artistas: Carl Cox, Erick Morillo, Booka Shade, Fedde Le Grand, Benny Benassi, Victor Calderone, Yves Larock, Tocadisco, Coca, V. Falabella, Benny Benassi, Netto P., Crossover, além de artistas brasileiros como: Ferris, Leo Janeiro, Rodrigo Vieira, Marcos Carnaval, Marcos & Marcelo Braga, Ale Rauen e Luca Di Napoli.




Fonte: Wikipédia

 

Electric Daisy Carnival
 
Com brinquedos de parque de diversão espalhados por todo lado, o Electric Daisy Carnival é o maior evento de música eletrônica fora da Europa. Com dois dias de duração, acontece anualmente no verão dos EUA e já chegou a reunir mais de 300 mil pessoas em uma mesma edição. Além da música, também reúne performances de dança e exposição de artes. Realizado em Los Angeles até 2010, o festival foi transferido para Las Vegas após a morte de um garoto de 15 anos por overdose de drogas. Também acontece em Londres, Porto Rico e aqui no Brasil.

Fonte: iBahia

 



Festival Sensation
Conhecido por produções espetaculares com acrobatas e show de luzes, o Sensation foi criado em Amsterdam, na Holanda, onde foi realizado de 2000 a 2005, exclusivamente. A partir daí, se espalhou por diversos país do mundo, incluindo Reino Unido, Austrália, Rússia, Espanha, Alemanha, EUA e Brasil. Chamado inicialmente de Sensation White, a principal exigência é que todos os frequentadores vistam apenas branco. Considerado o maior festival indoor (ambiente fechado) do gênero, chega a reunir até 40 mil pessoas a cada edição.

Fonte: iBahia








 
Dream Valley Festival é um festival de música eletrônica que desde 2012. O festival oferece apresentações simultâneas de vários gêneros da música eletrônica, com pistas principais dedicadas ao som mais underground e outra aos gêneros mais comerciais. O festival apresenta grandes nomes da música eletrônica, bem como Dimitri Vegas & Like Mike, Kaskade, Afrojack e Nicky Romero, e vem conseguindo atrair um número superior a 40 mil pessoas durante os dias de evento.
O Dream Valley teve sua primeira edição em 2012, e já começou impressionando e marcando como um dos melhores festivais de música eletrônica do Brasil. O evento é organizado pelo Green Valley; pela RBS Eventos, organizadora do festival Planeta Atlântida em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul; e também pela Plus Talent, a maior agência de DJs do Brasil.
O Dream Valley Festival acontece no parque de diversões Beto Carrero World, em Santa Catarina. 
Já nas duas primeiras edições, o festival catarinense levou prêmios como o Dj Sound Awards, o Cool Awards e o Rio Music Conference, em categorias relacionadas a eventos de música eletrônica. E ficou em 5º lugar na lista dos ’25 festivais para ir antes de morrer’, do site australiano Inthemix, especializado em e-music.




Fontes:  Wikipédia; Phouse

 



Xxxperience Festival é um festival de música eletrônica a céu aberto, que desde 1996 ocorre no Brasil, com edições já realizadas em diversas cidades. Incialmente o festival era exclusivamente de psytrance, enquanto a partir de 2014 passou a ter em palcos segmentados, apresentações simultâneas de outros gêneros da música eletrônica, bem como electro-house, progressive house, deep house e tech house. Com mais de 15 horas de duração, o evento se inicia por volta das 10h:00m da manhã, e vai até as primeiras horas do dia seguinte.
O festival acontece duas vezes por ano, uma na Arena Maeda, em Itu, interior do estado de São Paulo e também tem sua edição curitibana na Fazenda Heimari, em Curitiba.  O festival já contou com a apresentação de grandes nomes de peso da música eletrônica mundial, como Hardwell, David Guetta, Armin Van Buuren, Dimitri Vegas & Like Mike, Zedd, W&W, TJR e R3hab.
Em 2014 o Xxxperience Festival anunciou o chamado Xxx Trilogy, que consiste no conjunto de três edições especiais do evento para por fim comemorar os 20 anos de festival, sendo a primeira edição em 2014, a segunda em 2015 e a terceira em 2016.

Fontes: Wikipédia; Phouse





 



A Tribe, um dos mais importantes festivais do Brasil, já teve mais de 50 edições espalhadas em diversos estados brasileiros. É um festival com público fiel e uma excelente reputação, e não é a toa. Todas as edições do festival foram muito elogiadas pelo público e pela imprensa. Sua última edição, em maio de 2014 na Arena Maeda, contou com a presença de mais de 30 mil pessoas com um line impecável de mais de 50 artistas das mais diversas vertentes, como por exemplo Martin Garrix, Showtek, Yves V, DVBBS, Astrix, Berg e FTampa.


A HISTÓRIA DO FESTIVAL 

A vida nas grandes cidades é muitas vezes maçante. Poder fugir para a natureza é o sonho de muitos. Estar em meio ao verde e esquecer absolutamente da rotina parece até utopia, mas não é. As festas e festivais de música eletrônica ao ar livre ("open air") trazem interação com o meio ambiente e uma proposta que atrai aqueles que estão fartos da mesmice do dia a dia.
Considerado o maior festival independente de música eletrônica da América Latina, a Tribe se prepara para sua 50ª edição. Tudo começou em 2000, na virada do milênio. Nesse momento enigmático, a intenção era reunir os amigos para explorar as novas fronteiras e possibilidades que surgiam com a música e a cultura eletrônicas. Os jovens idealizadores queriam poder mostrar a pessoas próximas as novidades sonoras que haviam descoberto e especialmente aquela nova proposta de "encontro". Depois de alguns encontros experimentais, pegaram emprestado o sítio de um amigo e organizaram a primeira Tribe, em dezembro daquele ano.

Onde tudo começou Itapecerica da Serra foi o local escolhido. Mas a natureza, fundamental cenário para as festas, surpreendeu com fortes chuvas. Como a festa era para os amigos, a pista de dança acabou transferida para dentro de casa, na sala. O conceito de música ao ar livre, portanto, ficou para a segunda edição, que não demorou a acontecer. No mesmo lugar, dois meses depois, rolou a primeira Tribe open-air, com 400 pessoas. Os flyers, obrigatórios para poder entrar na festa, foram entregues de mão em mão aos convidados e dessa vez nada atrapalhou o contato direto com a natureza. Lua Cheia e boa festa!

Depois deste sucesso inicial, a festa pegou a estrada e foi para São Roque, onde rolaram duas edições em 2001. Foram as últimas organizadas em sítios de amigos. A edição seguinte aconteceu na Pedreira, no meio de uma montanha cercada pela natureza por todos os lados. O público não parava de crescer. Desta vez, foram 1.500 pessoas. Esse número dobrou logo na sequência, na comemoração do segundo aniversário em dezembro de 2002, o primeiro a ser celebrado.

O conceito Tribe O importante, além da batida, é estar em meio à natureza. Festas regadas à música eletrônica como a Tribe são uma resposta à vida contemporânea urbana. Elas evidenciam o valor da dança ao ar livre para se conectar com a natureza. Ver o pôr do sol, o céu, as árvores e o nascer do sol. Transcender a realidade cotidiana, ir além de si mesmo… Tudo isso deveria acontecer sob o guarda-chuva maior da cultura eletrônica : P.L.U.R = Paz, Amor, União e Respeito.

O nome Tribe significa tribo. Mas, aqui, a palavra não significa um grupo específico. Na verdade, abrange todos sem distinção, uma tribo do coletivo, que quer abarcar e harmonizar as diferenças, simplesmente aceitando-as. Havendo Respeito poderá haver União e havendo a União poderá existir Paz e Amor. Basta querer livrar a mente das amarras cotidianas. É o cenário perfeito para uma jornada de autodescobrimento, de vivência interior por meio da conexão com o coletivo e com os elementos naturais. Lembrando-se, ao voltar pra casa, de lembrar aqueles sentimentos e dos valores experienciados com o coletivo, na esperança de poder levar e transmitir mais deles para a vida diária e para a sociedade. Música

Para fazer as pessoas passarem por essa vivência e se desgarrar da realidade, a música eletrônica é ideal. O estilo surgiu com força nos anos 90 e foi sendo aprimorado ao longo do tempo. Se antes tudo era dance music, novos subgêneros surgiram: Trance, Psytrance, House, Garage, Techno, Progressive, Breakbeat, Drum n' bass e Goatrance. Tudo era novo, diferente e experimental. Os estilos, muitas vezes, se misturando. Tudo para mandar a racionalidade para o espaço e deixar a mente transcender. Na batida do tambor, um moderno ritual de transcendência.

Tribe Trance Mais inovações Em 2003 o núcleo criou o Solaris Dance Festival, que serviu de grande aprendizado para as festas com o selo Tribe. A Cenografia ganhou corpo e se tornou cada vez mais relevante, tanto quanto o line up. A partir de então, a festa começou a ficar mais complexa e o público cada vez mais conectado. Pessoas de todas partes do Brasil e de diversos países vieram curtir a Tribe em São Paulo. Em 2004, já consolidada no cenário da música eletrônica, diversos DJ's renomados marcaram presença na edição comemorativa de quatro anos. Na ocasião aconteceram diversas intervenções artísticas, como pintura, grafite e pirofagia, e a ideia de arte aliada à natureza e à música ganhou espaço.

Recorde de público

Para celebrar os cinco anos de sucesso, a festa saiu da Pedreira pela primeira vez desde que havia se instalado por lá. O destino foi Itu e o desafio era criar um evento com novas proporções, um palco com 53m de largura e 13 de altura, inteiramente grafitado. As fortes chuvas quase atrapalharam os planos. A água não parou de cair, mas, mesmo assim, as pessoas começaram a chegar de madrugada e no final das contas, 25 mil compareceram na inesquecível "Tribe Lama".

Além do som, a cenografia é fundamental nas festas open-air para criar a ideia de coletividade e de integração com a natureza. A edição de seis anos teve a maior cobertura de pista já feita na época, um trabalho de meses.

Tour

Em 2006 a Tribe sai de São Paulo e inicia um período de festas pelo país passando por Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto e Porto Alegre. Marcos históricos e novos recordes Na festa de sete anos da Tribe os artistas plásticos Alex Grey e Allysson Grey expuseram seus trabalhos em grande escala. A ideia era levar o público a ficar imerso no universo do artista. O casal pintou ao vivo por quase 16 horas. Assim, a conexão da Tribe com a Arte foi elevada a outro patamar, em um caminho que a levaria a se consolidar como um dos mais autênticos e bem sucedidos eventos culturais do país.

Em 2009 a Tribe fez uma pausa que duraria dois anos. E assim a celebração dos 10 Anos aconteceria com alguns meses de atraso, em 2011. Mas valeu a espera. Alçada ao patamar de Festival, agora com 4 palcos, mais uma vez a Tribe revisa seus próprios conceitos para apresentar uma visão renovada de si mesma. Coroada na edição especial de dez anos pela presença de cerca de 30.000 pessoas, o Festival desenha um novo norte para o evento, norte que está sendo perseguido com muito trabalho e Amor à arte, para ser apresentado ao público no próximo mês de julho/2012.

No dia 7 acontecerá a 50ª edição, com 52 atrações em quatro palcos, um deles voltado para o Deep House, além dos outros já tradicionais de Techno, House e Trance. A Cenografia planejada para 2012 deverá surpreender até otimistas e incrédulos pela grandiosidade e valor artístico. O artista plástico Alex Grey retorna, após cinco anos, para finalizar sua gigantesca tela. O local escolhido é Helvétia, em Campinas, mesmo local do ano passado. Será ainda o início da era do Tribe Army, campanha que tem como objetivo primário levar o P.L.U.R. ao foco das intenções de todos, com engajamento de público e organização. Paz, Amor, União, Respeito!

Respire Luz, Dance!





Fontes: Phouse; Tribe

 




A Kaballah é um gigante festival brasileiro que impressiona na estrutura. Desde sua primeira edição, em 2003, o festival já percorreu diversos estados brasileiros levando música eletrônica ao público. Sua edição comemorativa de 10 anos reuniu mais de 20mil apaixonados por música eletrônica no parque de diversões Hopi Hari, em São Paulo, com diversos nomes de peso como Dimitri Vegas & Like Mike, Deniz Koyu, Wolfgang Gartner e Captain Hook.

Fonte: Phouse



Não há como falar sobre os melhores festivais de música eletrônica brasileiros e não citar o Universo Paralello, sendo esse provavelmente o mais tradicional e atraente do país. O festival acontece com um intervalo de dois anos entre suas edições, sempre na virada do ano. São 9 dias de muita música eletrônica, cultura e arte que reúnem milhares de pessoas de todo o mundo, mas a verdadeira atração do festival é, com certeza, o local onde é realizado.
Um verdadeiro paraíso tropical, a praia de Pratigi, ao sul da Bahia, é uma maravilhosa faixa de mar aberto, rodeada por manguezais onde há grande variedade de vida marinha e silvestre, isolada de áreas populosas. Somando-se isso ao verão quente da Bahia e a um line-up de peso, o Universo Paralello é literalmente um festival de música eletrônica no paraíso.
O Universo Paralello não é uma festa amplamente divulgada e nem é este o intuito.  O público é feito de pessoas de todas às tribos que possuem em comum o amor à música, arte, natureza, diversidade. É preciso ter a mente muito aberta porque lá encontramos pessoas com ideias de vida bem diferentes, como hippies, pessoas que moram em comunidades alternativas ou artistas que vivem realmente da arte. Esta é uma das maiores experiências do festival. Respeitar a diversiade e dançar junto com todos no mesmo local, na mesma música, em um lugar abençoado pela natureza. Mesmo quem  não curte música eletrônica, talvez se encontre por lá, pois existe uma parte do festival dedicada à música chill out, Reggae, world music, além de diversas apresentações  e oficinas com instrumentos étnicos.

Fontes: Phouse; Me joguei no Mundo

Estação Top Dance

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